Na Biblioteca
Dentro de ti me sinto livre bem mais poeta do que
sou, es a grande pagina aberta que pela leitura me libertou
Sou índio, poeta e dona branca sou amigo, inimigo
pateta sou lembrança época que se foi, sou João, Jose e Maria que ate hoje me
dói a queima de Alexandria
Sou Azevedo, Castro sou Vinicius sou Machado,
Alencar sou Clarice sou eu estou aqui, quietinho tentando lhe falar. Sou de
graça!
Tenho fantasias, sonhos, monstros, relíquias,
gladiadores, índias, Patativa.
Sou eu, eu mesmo eu lírico, que te imploro que
entre pela minha porta e me leia todinha sem faltar um rabisco.
Não a condenação sem julgamento morte sem ter dor
paixão sem AMOR biblioteca sem ter leitor.

Um comentário:
Belissimo!
beijos
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