terça-feira, 27 de setembro de 2011


Na Biblioteca

Dentro de ti me sinto livre bem mais poeta do que sou, es a grande pagina aberta que pela leitura me libertou
Sou índio, poeta e dona branca sou amigo, inimigo pateta sou lembrança época que se foi, sou João, Jose e Maria que ate hoje me dói a queima de Alexandria
Sou Azevedo, Castro sou Vinicius sou Machado, Alencar sou Clarice sou eu estou aqui, quietinho tentando lhe falar. Sou de graça!
Tenho fantasias, sonhos, monstros, relíquias, gladiadores, índias, Patativa.
Sou eu, eu mesmo eu lírico, que te imploro que entre pela minha porta e me leia todinha sem faltar um rabisco.
Não a condenação sem julgamento morte sem ter dor paixão sem AMOR biblioteca sem ter leitor.        

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